Quarta-feira, 8 de junho de 2016 - 21h17
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247 - "Apenas 11,3% dos ouvidos aprovam Temer. A mídia está tentando mitigar o efeito explosivo deste número comparando-o com o de Dilma nos últimos dias antes do impeachment. Mas é uma falácia. Dilma vinha sob frenético bombardeio da mídia. Manifestações de analfabetos políticos recebiam holofotes superpotentes, bem como as ações espetaculosas da Lava Jato. Só por milagre ela teria bons índices nas pesquisas, dadas as circunstâncias. Mas com Temer a história é bem diferente. Ele foi vendido pela imprensa como alguém capaz de unificar o país. Ele próprio, num momento de ufanismo idiota, afirmou que faria um governo de “salvação nacional”. Temer conseguiu liquidar a lua de mel antes mesmo de começá-la. Os números demonstram que ele foi rejeitado desde a largada. É um patinho feio sem jamais ter tido um instante de cisne".
A análise é do editor do Diário do Centro do Mundo, Paulo Nogueira.
Para o jornalista, "Temer é uma desgraça, e é assim que os brasileiros o enxergam quando a plutocracia imaginava que ele seria visto como uma solução".
"O golpe micou. Restam duas alternativas. Uma é devolver a Dilma o que lhe foi roubado. A outra é chamar eleições presidenciais o mais rápido possível. Até pela brutal injustiça de que Dilma foi vítima, preferiria a alternativa um. Mas penso que a dois — novas eleições — é a que tende a vencer", reforça.
Leia na íntegra aqui.
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