Sexta-feira, 18 de setembro de 2020 - 10h36

Depois de muito puxa-encolhe, o prefeito de Porto Velho,
Hildon Chaves, decidiu, enfim, anunciar que vai disputar a reeleição. Com a
desistência do deputado federal Léo Moraes do páreo, acredita-se, abriu-se uma perspectiva
real de o dirigente municipal renovar sua permanência no palácio Tancredo Neves
por mais quatro anos. Esse, portanto, parece ser o pensamento no ninho dos
tucanos. E o quer dizer dos candidatos Vinicius Miguel e Cristiane Lopes? Não é
preciso repisar que eles foram testados e aprovados em pleitos passados, com
resultados eleitorais expressivos. Desdenhar do potencial politico de ambos
seria uma estratégia mortal.
Agora, o PSDB procura alguém para ser o candidato de vice na
chapa encabeçada por Hildon. Fala-se que o vereador Maurício Carvalho seria a
bola da vez. Mauricio tinha tudo para emplacar uma vaga na Assembleia
Legislativa de Rondônia na eleição passada, mas optou por ser o vice de
Expedito Junior na disputa pelo governo de Rondônia. Expedito, como se sabe,
pegou uma surra tão grande do então candidato e, hoje, governador Marcos Rocha,
que perdeu o caminho de casa, sepultando, assim, o sonho de Mauricio.
Meses atrás, fontes ligadas ao vereador Maurício já
anteciparam que a intenção dele é tentar a reeleição e, de quebra, voltar a
presidir a Câmara Municipal, mas parece que tem gente dentro de seu próprio
partido querendo lançá-lo às feras, mais uma vez. Ao contrário do que pensam
alguns observadores, não se trata de querer subestimar o potencial politico da
família Carvalho. Não é nada disso. O problema é outro. De tão óbvio, parece-me
supérfluo explicar. A família Carvalho tem, sim, peso suficiente para
influenciar na balança eleitoral, mas não tem vara de condão para fazer
milagres. Não sei quem encomendou a missa que vem sendo rezada por tucanos de
plumagem esvoaçantes, mas eu, no lugar do Maurício, jamais entraria nessa canoa
furada.
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