Domingo, 16 de dezembro de 2018 - 10h07

O anúncio do reajuste de 25 por cento na tarifa de energia, liberado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem provocado reações negativas em todos os setores da sociedade, dentre eles, o setor produtivo rondoniense, que através da Fiero, tem se manifestado contra o aumento abusivo e fora da realidade.
Sobre o assunto, o vice-presidente do Sistema Fiero, Osvaldo Rosalino, empresário do segmento cerâmico em Cacoal, manifesta sua insatisfação. “Este aumento é abusivo e vem prejudicar o setor produtivo. Falo em nome do setor cerâmico, que consome muita energia, pois utiliza equipamentos pesados como motores acima de 50 a 110 cvs. Um dos nossos maiores custos é justamente a energia elétrica. Temos conhecimento de que algumas cerâmicas pagam até 70 mil de energia mês. Com esse aumento de 25 por cento, imaginem para quanto vai essa conta”, disse.
Rosalino defende que este não é o momento para reajustes. “Precisamos é de incentivo para continuarmos trabalhando, gerando empregos e trazendo progresso e desenvolvimento para o Estado. Falo em nome do setor cerâmico, O Governo quer resolver o problema dele prejudicando a indústria rondoniense e a população. Eles precisam ter uma visão melhor do que é setor produtivo de Rondônia, e serão prejudicadas as demais atividades.
De acordo com Rosalino, essa porcentagem em cima de cem reais é uma coisa, mas em cima de 70, 80 ou 100 mil reais? É realmente um absurdo. “Parabéns à Fiero e ao presidente Marcelo Thomé à frente deste movimento contra o aumento da conta de energia. Precisamos aderir e apoiar, pois unidos alcançaremos mais esse objetivo”, comentou.
O líder empresarial finaliza reiterando o papel da Fiero como defensora de importantes bandeiras, dos empresários, que precisam se unir para fortalecer essa iniciativa.
A Fiero está em permanente contato com a nova concessionária que adquiriu o controle acionário da Ceron, a Energisa, debatendo os reflexos e os impactos deste reajuste autorizado pela Aneel.
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