Segunda-feira, 1 de julho de 2024 - 16h51

Durante uma operação de
fiscalização, a equipe da Energisa identificou um desvio de energia em uma loja
localizada em um centro comercial de Ariquemes. Para encontrar a
irregularidade, que estava em um ramal de entrada subterrâneo, foi necessária a
incisão da calçada em vários pontos.
A Polícia
Técnico-Científica foi acionada para confirmar a ligação clandestina. Após os
trabalhos, o responsável pela loja foi encaminhado pela Polícia Militar à
Unidade Integrada de Segurança Pública para prestar esclarecimentos sobre o
ocorrido.
O furto de energia é
crime, conforme previsto no Código Penal Brasileiro. Ele se enquadra nos
artigos 171, referente a fraudes (estelionato), e no parágrafo 3º do artigo
155, que trata de furtos. As penalidades para este tipo de crime podem variar
de um a quatro anos de prisão, além da obrigatoriedade de pagamento dos valores
retroativos referentes ao período fraudado e aplicação de multas.
De acordo com Cleyton
Dias, coordenador de planejamento da área de Perdas da Energisa, o furto de
energia é uma prática criminosa que acarreta diversos riscos e prejuízos. Além
do risco de descarga elétrica, que coloca em perigo a segurança dos envolvidos
e da população, o desvio de energia prejudica o fornecimento para os clientes
cadastrados e regulares. “A rede elétrica é dimensionada para atender a demanda
desses clientes, e qualquer alteração pode causar interrupções e problemas na
distribuição”, explica Cleyton.
Os prejuízos
financeiros também são significativos. Segundo Cleyton, por conta do furto de
energia, o estado deixa de arrecadar R$ 100 milhões anuais aos cofres públicos.
Esses recursos poderiam ser investidos em áreas essenciais como saúde e
educação. Além disso, o desvio de energia prejudica os clientes que pagam suas
contas em dia.
Denúncias e colaboração da população
As autoridades
policiais e a Energisa solicitam o apoio da população para identificar e denunciar
ligações clandestinas. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo
número da Polícia Militar, 190, ou pelo call center da Energisa, 0800 647 0120.
A colaboração da comunidade é fundamental para combater essa prática criminosa
e garantir a segurança e a qualidade do fornecimento de energia para todos.
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