Quinta-feira, 31 de agosto de 2023 - 10h22

Provavelmente, você já deve ter lido ou ouvido a expressão “o
inimigo do meu inimigo é meu amigo”. O provérbio sugere a possibilidade de pessoas
diametralmente opostas fazerem alianças contra um oponente em comum. Por
motivos óbvios, a frase é muito associada à política. Não precisamos ir muito
longe para confirmar essa assertiva. Às vezes, o exemplo está dentro do nosso
próprio quintal.
Na sociedade do tempo de Jesus haviam vários grupos
político-religiosos que se diferenciavam no modo de se relacionar com a
política, economia e religião. Entre esses grupos, destacam-se os saduceus e os
fariseus. Enquanto estes viviam o legalismo da Lei Mosaica, com seus costumes e
tradições, àqueles a rechaçavam, somente aceitando a palavra escrita da Bíblia
como sua norma de vida. Lembrando que os fariseus acreditavam em anjo e na
ressureição, já os saduceus, que eram a pequena aristocracia enriquecida da época,
que serviam e ajudava o governo romano a fim de manterem suas riqueza e
privilégios, não.
Imaginar a união dessas duas seitas seria algo impossível, mas
não é que eles uniram forças para eliminar a Jesus, como vemos no livro de
Mateus. Assim também acontece na política. Houve momentos em que aquele
parlamentar vivia às turras com o chefe do executivo, hoje, porém, mudou da
água para o vinho, tornando-se não somente aliado, como também defensor
intransigente do inquilino palaciano. E, o que é pior, acha que o povo não vê
esse comportamento camaleônico, típico dos fariseus e saduceus da era de Jesus.
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