Sábado, 10 de junho de 2017 - 07h37

247 – Em sua coluna deste sábado 10 no Globo, a jornalista Míriam Leitão apontou a "falência" do Tribunal Superior Eleitoral após decisão que absolveu Dilma Rousseff e Michel Temer. Segundo ela, a crítica se deve não porque a Corte "contrariou a 'vox populi'", mas porque "rasgou as leis, desprezou os fatos, jogou fora provas abundantes dos crimes que ocorreram na eleição da chapa Dilma-Temer em 2014".
"Não é apenas pelo resultado que se lamenta o que houve no TSE, mas pela maneira com que se chegou a ele. Pela forma desaforada de ignorar as evidências e menosprezar a inteligência alheia. A conclusão poderia ser que era impossível condenar esta chapa por qualquer motivo crível e sólido. Mas os que foram apresentados são desprezíveis", criticou a jornalista.
"É impossível, como diz o ministro Luiz Fux, não ver as provas amazônicas do que houve", destaca Míriam, lembrando a crítica feita pelo ministro, de que o TSE "é uma corte", e que "avestruz é que enfia a cabeça no chão"", durante a discussão sobre a aceitação ou rejeição das provas da Odebrecht e dos marqueteiros da campanha. "Não há como não ver as provas, exceto usando a técnica da avestruz", comentou Míriam, para quem "o país retrocedeu".
Sábado, 14 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Vorcaro, uma bomba ambulante prestes a explodir!
Estava pensando outro dia como Daniel Vorcaro conseguiu montar uma máquina de corrupção tão sofisticada, a partir de um banco modesto, sem nenhuma e

Os Lusíadas e o espelho partido do mundo
Do Adamastor, o gigante de pedra e medo, ao tempo do Diabo contra o Diabo, onde já não há deuses, só abismos a fitarem-se Em 12 de março, sopram quatr

O Brasil precisa urgentemente de ter uma bomba atômica. Não! Não é para atacar ninguém e muito menos para jogar em nenhum outro país, mas para impor

Câmara Municipal de Porto Velho vive crise de “ingerência”
É mais ou menos isso que se pode inferir das palavras do médico dermatologista e vereador José Iraci Macário Barros, durante recente entrevista ao j
Sábado, 14 de março de 2026 | Porto Velho (RO)