Quinta-feira, 15 de março de 2018 - 12h03

247 - O jornalista Luis Nassif afirmou nesta quinta-feira, 15, que o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi um xeque na intervenção militar no Rio de Janeiro.
"Escolheram um personagem símbolo. Marielle era uma unanimidade entre todas as pessoas que a conheceram, dotada de uma empatia única. Jornalistas alternativos, políticos, advogados e procuradores de direitos humanos, todos a retrataram não apenas como a líder política que emergia, mas como uma personalidade cativante", diz Nassif.
"Os tiros que a atingiram miraram diretamente o interventor militar", acrescenta o jornalista. "Marielle foi não apenas a consequência desse aumento da violência, como um desafio aberto das milícias e da PM contra o interventor. Para vencer o desafio, o general [Braga Netto] terá não apenas que identificar e prender os dois criminosos, como enfrentar uma força armada do 41º batalhão da PM", disse ele.
"Uma vereadora símbolo das lutas sociais é executada em plena cidade, o episódio torna-se objeto de comoção internacional", acrescenta Nassif.
Leia o texto na íntegra no Jornal GGN.
Sexta-feira, 13 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Os Lusíadas e o espelho partido do mundo
Do Adamastor, o gigante de pedra e medo, ao tempo do Diabo contra o Diabo, onde já não há deuses, só abismos a fitarem-se Em 12 de março, sopram quatr

O Brasil precisa urgentemente de ter uma bomba atômica. Não! Não é para atacar ninguém e muito menos para jogar em nenhum outro país, mas para impor

Câmara Municipal de Porto Velho vive crise de “ingerência”
É mais ou menos isso que se pode inferir das palavras do médico dermatologista e vereador José Iraci Macário Barros, durante recente entrevista ao j

É impressionante e, ao mesmo tempo, revoltante saber como Daniel Vorcaro conseguiu, em tão pouco tempo, montar e operar um esquema de corrupção alta
Sexta-feira, 13 de março de 2026 | Porto Velho (RO)