Sexta-feira, 26 de novembro de 2021 - 09h57

A verdadeira ação política não pode jamais negligenciar, como
princípio ético mais elementar, que o bem comum sempre haverá de se sobrepor às
questões e aos interesses menores, de cunho pessoal ou partidário, que somente
podem ser designados como politiqueiros. Nesse sentido, merece destaque a
decisão do presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Alex Redano, com o
poio de seus pares, de proceder a revisão inflacionária dos vencimentos dos
servidores daquela Casa, referente aos períodos de 2019/2020, no percentual de
8,56%, como forma de atualizar as remunerações de modo a acompanhar a evolução
do poder aquisitivo da moeda, pois se assim não fosse, inexistiria razão para
tornar obrigatória a sua concessão, no mesmo índice e na mesma data, como manda
a Constituição Federal em seu artigo 37, inciso X.
No momento em que a maioria dos que presenta serviço à máquina
oficial, nos mais diferentes escalões de poder, (e não somente eles, mas também
os trabalhadores da iniciativa privada) sente os efeitos danosos de uma
inflação que a cada dia vem corroendo o poder aquisitivo, com forte impacto nos
segmentos de renda mais baixos, aprofundando a desigualdade social, nada
poderia ser mais estimulante e gratificante do que a constatação que ora se
faz, quando se observa a união e a soma de esforços que o poder legislativo
realizou para responder às necessidades de seus servidores, um exemplo que
deveria ser seguido por outras instituições, até porque isso não constitui em
si nenhum gesto de benevolência por parte dessa ou daquela autoridade, mas sim,
o reconhecimento de uma garantia constitucional.
Cumprimento o presidente Alex Redano e os seus pares pela
iniciativa, e aos servidores da Assembleia Legislativa, pela conquista,
esclarecendo, porém, aos que veem servilismo em tudo, que não sou aliado do
senhor Redano, nem de qualquer outro político com assento na ALE-RO. Não tenho
cargo na Assembleia, tampouco indiquei alguém para uma boquinha naquele Poder.
Para alguns, é muito fácil apontar o dedo na direção do outro quando esse,
eventualmente, cai em desgraça; difícil, porém, é ter humildade para reconhecer
méritos quando esses realmente existem, como o faço agora.
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