Quarta-feira, 28 de junho de 2017 - 21h35
"Pode, sim, haver corrupção, mas o que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ontem seguramente não contém provas necessárias e suficientes para a condenação de um presidente da República", é o que diz a nota emitida pelo Instituto Teotônio Vilela, o braço de formação política dos tucanos.
O instituto é dirigido pelo guajaramirense José Aníbal, ex senador do PSDB que, com esta nota, anuncia a permanência ao lado de Temer e, por conseguinte, a morte, abraçados, do PSDB-PMDB e de Temer-Aécio.
Durante o processo de impeachment, Aécio Neves, presidente nacional e afastado do PSDB, senador da legenda tucana por Minas Gerais, suspenso, corrupto contumaz denunciado em inúmeros processos, articulou, apoiou e pagou advogados para levar a cabo o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, que não cometeu crime.
O tucanato entendeu - naquele momento - ser necessário sacrificar Dilma, em nome da estabilidade política e econômica do país, além de por fim à corrupção petista.
O processo de impeachment foi executado em associação criminosa com o ex presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje preso por corrupção.
O PSDB, sócio do golpe e do governo Temer, hoje defende manter-se ao lado do presidente denunciado por corrupção, justificando que ficar com Temer e sua quadrilha, é um bom negócio para estabilidade de nossa economia e é bom para democracia.
Eticamente, o PSDB afunda com Aécio, Temer e PMDB. São mortes anunciadas e dias contados.
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