Domingo, 8 de fevereiro de 2026 - 08h15

Sexta-feira(06/02), algo
terrível aconteceu dentro de uma Instituição de Ensino Superior.
Uma professora de
Direito Penal foi morta a facadas por um aluno, dentro de um espaço que deveria
proteger, acolher e ensinar. A universidade, que simboliza conhecimento e
civilidade, tornou-se cenário de violência extrema.
Como mulher, como
professora e como professora de Direito, não consigo permanecer inerte diante
de um fato como esse.
Não há justificativa
que relativize a violência. Não há argumento que supere o valor de uma vida. O
que cabe é justiça e, antes dela, respeito e indignação.
E como se não
bastasse a brutalidade do crime, mesmo após o falecimento surgem tentativas de
desmoralizar a vítima. O aluno autor do ataque alega ter mantido um
relacionamento com ela, narrativa que, independentemente de apuração judicial,
vem sendo utilizada para lançar sombras sobre sua honra. Esse movimento de
deslocar a culpa, insinuar condutas e macular a imagem da mulher violentada é
um comportamento recorrente em contextos de misoginia: ataca-se a vítima para
suavizar o agressor.
Nada, absolutamente
nada, justifica a violência.
Repúdio absoluto ao
crime.
Repúdio à tentativa
de deslegitimar a vítima.
Que as instituições
de ensino sejam, de fato, espaços de segurança.
Que a educação jamais
seja transformada em palco de ódio.
Educar é um ato de
vida.
E precisa ser
protegido.
Quinta-feira, 2 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
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