Quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 - 12h50
Após o pedido de vista do Habeas Corpus (HC) pelo Desembargador Valter de Oliveira, dia 21 deste mês, os membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça decidiram, na sessão de julgamento desta quinta-feira, 28, pela manutenção da prisão domiciliar da advogada Vera Lúcia Nunes de Almeida, que é acusada de ter mandado matar o marido, Valter Nunes, também advogado e presidente da OAB - seccional em Cacoal.
A prisão domiciliar foi concedida pelo Desembargador Cássio Rodolfo Sbarzi Guedes, em 29 de dezembro de 2009, em razão de Vera Lúcia alegar que faz tratamento de saúde, ou seja, que se submete periodicamente à quimioterapia.
A defesa de Vera Lúcia pedia no HC a liberdade da prisão preventiva e caso fosse negada, alternativamente, que se mantivesse a prisão domiciliar. O pedido de liberdade foi negado pela maioria de votos na Câmara Criminal.
Fonte: Ascom/TJ RO
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