Domingo, 8 de fevereiro de 2026 - 08h20

Em audiência de custódia, realizada na manhã deste sábado (7/2), o
Ministério Público, após analisar as condições da prisão do aluno suspeito de
matar a professora de direito de uma faculdade da capital, solicitou a prisão
preventiva do autor do crime, como garantia da ordem pública.
A justiça acolheu o pedido e converteu a prisão em flagrante em prisão
preventiva. O MPRO continuará atuando no caso em busca de justiça pela
professora.
O caso
Na noite da sexta-feira (6/2), a professora acadêmica Juliana Mattos de
Lima Santiago, de 41 anos, que também exercia a função de escrivã na Polícia
Civil de Rondônia, foi assassinada na sala de aula de uma faculdade particular
em Porto Velho, vítima de golpes de faca desferidos por João Junior, aluno do
curso.
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