Segunda-feira, 26 de junho de 2023 - 11h36

Com o projeto “Colhendo Sementes, Construindo
Viveiros, Plantando Florestas”, o juiz coordenador dos Juizados Especiais de
Ji-Paraná, Maximiliano Deitos, foi premiado na categoria Boas Práticas do
Prêmio Juízo Verde, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A
cerimônia de entrega foi realizada nesta sexta-feira, 23, no auditório da Sede
do Conselho Nacional de Justiça, em Brasília.
O projeto, que conta com o apoio do Poder Judiciário
de Rondônia, consiste em uma valiosa parceria entre municípios para a
construção de viveiros, e recebeu o reconhecimento por sua efetiva contribuição
para a proteção do meio ambiente e sua notável colaboração para a produtividade
do Poder Judiciário na área ambiental.
Com uma visão abrangente e uma abordagem integrada, o
projeto busca não apenas a conservação do meio ambiente, mas também o
fortalecimento das comunidades locais e a promoção da conscientização
ambiental. Através da construção de viveiros, o juiz Maximiliano Deitos e sua
equipe têm promovido a reprodução de espécies nativas, a recuperação de áreas
degradadas e a plantação de florestas, contribuindo assim para a preservação da
biodiversidade e a mitigação dos impactos ambientais.
A Ameron parabeniza o juiz Maximiliano Deitos pelo
merecido reconhecimento e destaca a importância de iniciativas como essa, que
mostram como o Poder Judiciário pode contribuir de forma significativa para a
preservação ambiental. “O exemplo do projeto vencedor inspira outros
magistrados e toda a sociedade a se engajarem em ações concretas que visem à
proteção do meio ambiente e à construção de um futuro mais sustentável. A
premiação do Prêmio Juízo Verde é um marco importante que reforça a relevância
do compromisso ambiental no sistema judiciário brasileiro”, destacou a
presidente da Ameron, juíza Euma Tourinho.
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