Sexta-feira, 16 de janeiro de 2026 - 14h40

Integrantes do Ministério Público de Rondônia (MPRO) estiveram reunidos,
na última quinta-feira (15/1), na capital, com equipes da Defensoria da Pública
da União (DPU) e Defensoria Pública do Estado (DPE) para discutir medidas para
a realização de busca ativa de crianças em situação de orfandade, especialmente
em decorrência do crime de feminicídio. O objetivo é garantir a esse público o
acesso à pensão especial prevista na Lei nº 14.717/2023.
O encontro teve como resultado prático a revisão do Protocolo de
Intenções, uma pactuação entre os órgãos, visando operacionalizar o trabalho de
identificação, localização e atendimento às crianças nessas condições, a fim de
garantir-lhes a proteção prevista na lei.
Ainda na reunião, foi instituído um grupo de trabalho denominado “GT
Orfandade e Direitos” e debatida a coordenação definitiva desse organismo.
A atividade teve a presença dos promotores de Justiça Tânia Garcia (coordenadora
do Núcleo de Atendimento às Vítimas – Navit) e Fábio Casaril; da defensora
pública federal Jaqueline Guedes Marinho; da coordenadora da Rede Orfandade,
Taís Iamazaki; do representante da DPE, Fernando José Nascimento, além de
técnicos dos órgãos.
Pensão – Em junho do ano passado, o Governo do Brasil regulamentou, por
meio do Decreto nº 12.636/2025, a Lei nº 14.717/2023, que criou a pensão
especial para crianças e adolescentes órfãos em razão do feminicídio. O benefício
garante o pagamento mensal de um salário-mínimo a filhos e dependentes de até
18 anos, desde que a renda familiar por pessoa não ultrapasse um quarto do
salário-mínimo vigente.
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