Quinta-feira, 28 de dezembro de 2017 - 07h34

Rio 247 - A atuação das Forças Armadas no Rio chega ao fim do ano com alto custo e eficácia questionada por especialistas. Apesar disso, o governo federal, que investiu aproximadamente R$ 10,5 milhões por mês na mobilização de militares, confirmou nesta quarta-feira a permanência da tropa na Região Metropolitana até dezembro de 2018.
Desde que Michel Temer assinou um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em 28 de julho, foram realizadas 14 operações em apoio à PM e à Polícia Civil, mas os resultados não saltaram aos olhos. Estatísticas de crimes praticados de agosto a novembro mostram que houve um aumento de 25% nos registros de roubos de veículos em comparação com o mesmo período de 2016, enquanto índices de homicídios dolosos, roubos de cargas e de pedestres permaneceram em patamares elevados.
— Os indicadores da violência não melhoraram. Algumas comunidades que foram alvos de operações, como a Rocinha e o Morro do Juramento, ainda vivem em clima de guerra. Os governos federal e estadual gastam muito dinheiro com segurança, mas gastam mal, aplicam poucos recursos em ações preventivas e de inteligência, avalia a doutora em Sociologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Maria Isabel Couto.
As informações são de reportagem de Antonio Werneck e Vera Araújo em O Globo.
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