Sexta-feira, 23 de março de 2018 - 06h05

SP 247 - Denúncia da força-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo contra Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto e apontado como operador de recursos do PSDB, afirma que quase 1.800 pessoas foram incluídas indevidamente em programas de reassentamento de famílias desalojadas por grandes obras viárias da estatal paulista Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A). Dentro dessa lista, estão seis funcionárias da família de Paulo, incluindo três babás. A defesa de Paulo Preto nega que ele tenha cometido qualquer crime.
De acordo com a acusação do Ministério Público Federal em São Paulo, protocolada nesta quinta-feira (22), os desvios somaram R$ 7,7 milhões entre os anos de 2009 e 2011. O órgão investiga o caso porque os recursos foram repassados pelo governo federal à administração paulista.
Paulo foi diretor de engenharia da Dersa e é apontado pelo MPF como comandante do esquema. Além dele, foram denunciadas quatro pessoas, incluindo José Geraldo Casas Vilella, chefe do departamento de assentamento da Dersa, e a psicanalista Tatiana Arana Souza Cremonini, filha do operador tucano.
As informações são de reportagem do UOL.
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