Sábado, 27 de julho de 2013 - 21h14

Após realizar uma peregrinação urbana de 9,5 Km pelas ruas do centro e zona sul do Rio de Janeiro, 3 milhões de peregrinos se concentraram na praia de Copacabana para vigília da Jornada Mundial da Juventude, na tarde deste sábado, 27 de julho. O Papa Francisco desfilou mais uma vez no papamóvel, e chegou pontualmente ao palco central, às 19h30.
O número de pessoas presentes ao evento foi confirmado pela Prefeitura do Rio. Durante a vigília, foram apresentados testemunhos de diversos jovens, ao mesmo tempo em que se construiu no palco uma pequena igreja, retomando a experiência de São Francisco de Assis.
Testemunhos
Carlos Lins, de 30 anos, relatou a sua experiência com o mundo das drogas e de construção da família, e agradeceu ao testemunho do sumo pontífice. “Querido Papa Francisco. As suas lições de humildade nos permitiram tocar um pouco do céu aqui na terra!”. O jovem convocou toda a juventude a colocar em prática o lema da JMJ: ‘Ide e fazei discípulos’.
O padre Flávio Matias contou a sua experiência na vida missionária, na Prelazia de Paranatinga (MT). “Celebro a santa missa para um grupo indígena xavante, o que é muito gratificante”. Ele relatou um fato ocorrido em um retiro ao ouvir a confissão de uma criança. “Isso me faz crescer em meu ministério. Não há outro modo de ser pastor se não estiver junto com as ovelhas, dando-lhes segurança”, relatou.
Felipe Passos contou como a fé o ajudou diante das dificuldades, e seu relato de vida em castidade. “Posso dizer que na vigília da JMJ de Madrid eu tive uma experiência muito forte com Jesus. Naquele silêncio pedido por Bento XVI, eu escutei a voz de Deus”. Em seu grupo de jovens na paróquia, vive a experiência da fé e da fraternidade. Num assalto em sua casa, Felipe levou um tiro que o deixou numa cadeira de rodas. “Sei que Deus tem para mim uma missão muito maior!”.
Ana Vitória, da Pastoral da Juventude, contou a sua experiência de fé junto de sua família. “Minha vida era apenas dançando funk”, até o dia em que ouviu no rádio uma canção que a tocou profundamente o seu coração. “Sem perceber, parei de escutar funk, e comecei a participar da missa, e a Palavra de Deus mudou o meu viver. O meu refúgio sempre esteve nas Sagradas Escrituras. Não me canso de apresentar o projeto de vida de Jesus Cristo aos outros jovens”.
Fonte: CNBB
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