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Política - Nacional

Acir propõe congelamento do preço do diesel


Em mais uma rodada de negociação entre governo e caminhoneiros, que ocorreu nesta quinta-feira, 12, na Comissão de Agricultura do Senado, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou a proposta de congelamento do preço do diesel por pelo menos seis meses para que o setor de transporte possa adequar sua tabela de preços e contribuir para a estabilidade da econonia.

De acordo com o senador, o preço do óleo diesel aumentou 65% nos últimos 10 anos, enquanto o da gasolina aumentou 34%. “É preciso que a equipe econômica adote medidas que reduzam o impacto sobre o preço do diesel, pois seu efeito é maior sobre toda economia e sobre a inflação”, justificou Acir.

Para Acir, o congelamento do preço do óles diesel é uma medida de curto prazo, que deve ser acompanhada por medidas de médio e longo prazo, como a unificação do ICMS e a redução dos impostos e contribuições sociais que incidem sobre a produção e comercialização dos combustíveis.

CAMINHONEIROS – Um dos participantes da audiência, Gilson "Baitaca" Peliciano, representante dos caminhoneiros no Mato Grosso, apresentou a pauta de reivindicações do movimento. Entre os principais pontos; a redução da incidência do PIS e da Cofins no preço do óleo diesel; estudos sobre a adoção de uma tabela mínima para fretes; abertura de linhas de crédito especiais para caminhoneiros autônomos; perdão de multas e a criação de um fórum permanente de mediação envolvendo governo e setor privado.

Pelas negociações em curso, no dia 26 de março os caminhoneiros voltarão a se reunir e analisar as medidas adotadas pelo governo. Gilson Baitaca deixou claro que o movimento grevista pode voltar. “Os caminhões parando, para o trem, para o navio, para outros tipos de transportes terceirizados locais, gera desabastecimento”, lembrou.

GOVERNO – O secretário-executivo da Secretaria-Geral da presidência da República, Laudemir Müller, também participou da audiência. Revelou que o cerne das negociações até o momento tem se dado em torno da regulamentação da Lei dos Caminhoneiros, sancionada recentemente pela presidente Dilma; o reescalonamento das dívidas; e a criação de um fórum tripartite permanente, envolvendo também a iniciativa privada.

Revelou que o governo não vê viabilidade na adoção de uma tabela de referência para fretes, uma vez que este tipo de negociação se dá entre entes privados.

Fonte: Ascom
 

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