Segunda-feira, 22 de maio de 2017 - 14h40

São Paulo 247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu a permanência do partido na base do governo Michel Temer a despeito da crise política gerada a partir das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS, onde o próprio Temer aparece avalizando o pagamento de propinas para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e condenado pela Lava Jato.
Indagado por repórteres se o PSDB deveria deixar a base governista, Alckmin afirmou. "Neste momento, não". "Não teria sido correto para com o país", completou. O PSDB – que apoiou o golpe parlamentar contra a presidente eleita Dilma Rousseff - é, depois do PMDB, o maior partido de sustentação do governo Temer.
Para o governador, "a situação é grave" e o PSDB tem que "participar da solução". "Não podemos deixar a economia se deteriorar", destacou defendendo as reformas propostas pelo governo e que vem sendo apoiada pelo PSDB.
Domingo, 15 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura
Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), a

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater o Projeto de Lei 165/2022, que prop

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.
Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia - (SINSEMPRO) realizou Eleições para a escolha da nova d

O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe
Domingo, 15 de março de 2026 | Porto Velho (RO)