Quarta-feira, 31 de maio de 2017 - 13h09
Os deputados estaduais aprovaram na sessão ordinária de terça-feira (30), uma emenda ao Projeto de Lei Ordinária 601/17, retirando das cooperativas de crédito a obrigação de manter vigilância armada 24 horas. A matéria, de iniciativa coletiva, foi discutida com membros do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Segurança e Vigilância (Sintesv) e representantes das instituições de crédito, antes de ser levada ao plenário.
A Assembleia havia aprovado a Lei 601/17, de autoria do deputado Hermínio Coelho (PDT), obrigando os bancos públicos e privados e as cooperativas de crédito a manterem vigilantes 24 horas. Essa obrigação tornaria a atividade das cooperativas insustentável, segundo seus representantes, pois os custos seriam muito alto.
O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), intermediou as negociações entre o Sindicato e as cooperativas. "Fui informado de que, com a permanência dessa obrigação, as cooperativas deixariam de abrir novos postos de atendimento, deixando de atender regiões isoladas que são ignoradas pelos bancos. Em razão disso, decidimos juntar sindicato e as instituições de crédito para retirar as cooperativas das obrigações da lei 601", explicou Maurão.
Para o presidente do Sistema OCB em Rondônia (Organização das Cooperativas do Brasil), Salatiel Rodrigues, com a medida deixariam de ser criados novos empregos aos vigilantes. "Uma vez que haveria uma retração nos investimentos em novas unidades, deixando de contratar mais pessoal. É bom ressaltar que o seguro pago pelas cooperativas de crédito, obriga a permanência de um vigilante armado, no horário normal de funcionamento", informou Salatiel.
Paulo Tico, que preside o Sintesv, manifestou preocupação com uma eventual demissão, caso as cooperativas deixassem de ser obrigadas a manter vigilância armada 24 horas. Mas, esse temor foi afastado quando explicitado que para atender às obrigações contratuais com a seguradora, as cooperativas precisam ter vigilantes armados enquanto abertas ao atendimento ao público.
"Nas principais cidades, nas maiores agências, vamos continuar mantendo vigilância armada 24 horas. É bom destacar que, ao contrário dos bancos, não visamos o lucro. Um aumento de gastos, traria prejuízos aos cooperados e também ao Estado, pois todo o dinheiro movimentado nas cooperativas, circulam aqui em Rondônia", disse Gilberto Borgio, presidente da Central Credisis, em Ji-Paraná.
Representantes do Siccob, da Credisis, Cresol e Ji-Cred participaram da reunião. Em plenário, a matéria foi relatada pelo deputado líder do Governo, Laerte Gomes (PSDB).
ALE/RO - DECOM - Eranildo Costa Luna
Foto: Gilmar de Jesus
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