Terça-feira, 8 de agosto de 2017 - 05h08

247 - O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga já fala como candidato à Presidência em 2018.
Em uma longa entrevista na Folha de S.Paulo, Armínio diz que a economia brasileira só voltará a crescer com vigor quando houver clareza sobre as forças políticas que vão liderar o próximo governo.
"Se a mudança imprimida na direção da política econômica for mantida, consolida uma coisa muito boa", diz. "Mas pode acontecer o contrário, uma guinada populista, e ir tudo para o brejo."
O economista, que dirigiu o Banco Central de 1999 a 2002, no segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), não expressa entusiasmo pelo governo Temer e se disse desencantado com o PSDB e o senador Aécio Neves, o candidato para quem trabalhou nas eleições de 2014.
Armínio atacou ainda o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o economista, a participação do petista na campanha de 2018 elimine qualquer chance de um debate consistente sobre os rumos do país.
O economista ainda aproveitou para afagar o mercado e se mostrar disposto a seguir com as reformas de Michel Temer:
"Quem chegar [à Presidência] terá que tomar medidas emergenciais e rever muita coisa. A Previdência terá que ser rediscutida, e existem muitas outras questões ligadas ao tamanho e à qualidade do Estado. Tudo isso com o Congresso ainda em boa parte com a cabeça do Brasil velho, que deu errado.
A estratégia [do atual governo] de promover um ajuste fiscal gradual é pragmática. Provavelmente acharam que era o que dava para fazer, mas ela só posterga o desafio.
Não devemos ter medo. Um ajuste bem-feito, radical, provavelmente aumentaria nossa capacidade de crescer. Daria muito mais espaço para o Banco Central baixar os juros e alongaria os horizontes, destravaria muito o investimento."
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