Segunda-feira, 24 de julho de 2017 - 06h02

Rio 247 - O Banco Itaú depositou na sexta-feira (21) os R$ 10 milhões bloqueados pelo juiz federal Sérgio Moro provenientes de contas de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), que está preso. A ex-primeira dama do estado foi absolvida da acusação de lavagem de dinheiro, mas o juiz mandou bloquear os valores identificados na conta dela. Nos próximas dias a Justiça Federal do Paraná enviará o dinheiro à 7ª Vara do Rio, onde ela responde pela acusação de lavagem de dinheiro de supostas propinas a Cabral.
Moro absolvei Adriana, que está em prisão domiciliar, em processo no qual o ex-governador foi condenado a 14 anos e 2 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro de propinas de R$ 2,7 milhões oriundas de contratos do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Na mesma sentença o magistrado disponibilizou à Justiça Federa do Rio R$ 11 milhões bloqueados nas contas da ex-primeira-dama e de seu escritório de advocacia.
O Itaú atrasou os depósitos e foi notificado por Moro para que deposite, com urgência, os valores em face da 13ª Vara Federal para que esta envie os R$ 10 milhões a contas indicadas pelo juiz federal Marcelo Bretas, de acordo com informação publicada no blog do Fausto Macedo.
Denúncia
De acordo com denúncia do Ministério Público Federal (MPF-RJ), a atuação de Adriana enquanto advogada desperta 'ao menos suspeitas da prática de atos de ocultação de proveitos decorrentes da atividade criminosa do ex-governador'. A banca Ancelmo Advogados recebeu R$ 35,8 milhões de dez empresas. "O escritório de advocacia da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo teve um crescimento vertiginoso durante os dois mandatos de seu marido Sérgio Cabral", afirma a força-tarefa.
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