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Política - Nacional

Brasil perde economicamente com desperdício de gás natural


Engenheiro culpa governo pela falta de interesse em investir nos gasodutos
 
 
BRASÍLIA, 26, DE Julho - O desperdício do gás natural por parte das petrolíferas brasileiras de janeiro a maio deste ano foi de 14,78 milhões de metros cúbicos. Segundo o engenheiro civil e consultor Humberto Viana Guimarães, o não uso do gás natural equivale a US$ 360 milhões de prejuízo no período. "Os índices de queima e reinjeção de gás cresceram esse ano em relação ao ano passado", disse Humberto Viana em entrevista ao jornal paulista "Gazeta Mercantil"

Dados levantados pelo engenheiro confirmam que o gás retirado dos poços brasileiros  e não aproveitados subiu para 30,34% até maio, comparado a 27,93% na mesma época em 2006. Para Humberto, nenhuma empresa conseguirá aproveitar completamente o gás natural, mas queimar e reinjetar mais de 30% é desperdício.

Os resultados do levantamento assustam parlamentares e o próprio estudioso. Para o deputado Moreira Mendes (PPS-RO) a saída é providenciar rapidamente uma alternativa para que essa falta de aproveitamento do energético não continue. "Enquanto não providenciarem logo uma saída para o problema, essa riqueza que possuímos não mais será valiosa como é", afirma o deputado.

Por outro lado, o engenheiro Humberto culpa o governo federal pela falta de interesse em investir no gás natural. Segundo ele, ainda não existe um gasoduto nacional de grande porte para abastecer o Brasil. "Nossas reservas chegam a 880 bilhões de metros cúbicos, é preciso investimento", diz Viana.

Uma possibilidade para melhorar a economia do País é a construção do Gasoduto Urucu-Porto Velho, na Região Norte do Brasil. Essa afirmação foi feita pelo deputado Moreira Mendes e pelo líder do governo no Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO). Para eles a obra é uma boa alternativa para atender a demanda de abastecimento e fornecimeno de gás para o todo território nacional.

Segundo Raupp, há no Brasil diversas reservas de gás e é importante aproveitar o produto, pois é ele  garantirá o fornecimento de energia  nos próximos anos. "Temos de parar com a queima de óleo diesel e explorar nossas riquezas, investir na infra-estrutura e parar de depender do gás boliviano", ponderou o líder.

Fonte: Bianca Lemos

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