Domingo, 24 de dezembro de 2017 - 15h23

247 - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, mandou notificação a Michel Temer para que ele responda às perguntas feitas pela Polícia Federal no inquérito que apura se o decreto de Portos (decreto 9.048/2017) beneficiou a empresa Rodrimar, implicada na delação da J&F e que atua no Porto de Santos. O STF autorizou depoimento do presidente por escrito. Ele terá 15 dias para se manifestar, de acordo com o Jota.
A decisão foi tomada pela ministra no recesso do Judiciário, seguindo entendimento do ministro Roberto Barroso, relator do caso. Nesse período, os prazos processuais no Supremo ficarão suspensos até o dia 31 de janeiro. As perguntas da PF não foram divulgadas.
Neste inquérito, Temer é investigado pelo suposto favorecimento ilegal da empresa Rodrimar por meio da edição, em maio deste ano, do chamado Decreto dos Portos. Em troca, haveria o pagamento de propina. O negócio teria sido intermediado pelo ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures.
Ao autorizar a abertura do inquérito, Barroso afirmou que "ninguém deve ser indiferente o ônus pessoal e político de uma autoridade pública, notadamente o presidente da República, figurar como investigado em procedimento dessa natureza. Mas este é o preço imposto pelo princípio republicano, um dos fundamentos da Constituição brasileira, ao estabelecer a igualdade de todos perante a lei e exigir transparência na atuação dos agentes públicos".
Após a abertura do inquérito, a Rodrimar declarou que nunca recebeu qualquer privilégio do Poder Público. Ainda segundo a Rodrimar, o "Decreto dos Portos" atendeu, sim, a uma reivindicação de todo o setor de terminais portuários do país.
"Ressalte-se que não foi uma reivindicação da Rodrimar, mas de todo o setor. Os pleitos, no entanto, não foram totalmente contemplados no decreto, que abriu a possibilidade de regularizar a situação de cerca de uma centena de concessões em todo o país".
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