Quinta-feira, 6 de julho de 2017 - 05h57

247 - Em sua coluna nesta quinta (6), a economista Laura Carvalho chamou a atenção para o fato de Michel Temer estar torrando o orçamento do Brasil para comprar apoio parlamentar que o permita permanecer no cargo.
Confira abaixo alguns trechos do texto:
"Os dados do Siafi —o sistema de gastos orçamentários do governo federa— analisados pela agência Reuters indicam que o total de recursos liberados em 2017 para emendas parlamentares e restos a pagar passou de R$ 959 milhões para R$ 1,5 bilhão só no mês passado.
Ou seja, apenas no mês de junho essa rubrica, que, como se sabe, engloba uma moeda universalmente aceita no mercado de compra de apoio no Congresso, teria somado R$ 529 milhões —quase o valor liberado no acumulado do ano até a divulgação das delações da JBS.
Mas qual a escala de prioridades do governo? Na feira do apoio parlamentar, garante-se primeiro o Orçamento para a rejeição à denúncia e depois para a aprovação das reformas.
Enquanto isso, o reajuste do Bolsa Família foi suspenso por falta de dinheiro e a volta da emissão de passaportes se dará pela retirada de recursos de outras áreas. Afinal, a arrecadação maior em taxas de emissão não importa em nada para o cumprimento do teto de despesas.
Em meio às exigências de austeridade, a conquista de apoio parlamentar —a única tecnologia de governo dominada pelo grupo de Michel Temer— consome boa parte do Orçamento.
Em vez de livrar-nos de um governo corrupto e ilegítimo, cada novo escândalo acaba fazendo com que se gaste mais para manter coesa a base aliada e, consequentemente, com que sobre menos recursos ainda para as áreas prioritárias.
Ou seja, a permanência de Temer na Presidência não é apenas vergonhosa, está custando caro demais para a população."
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