Sexta-feira, 21 de junho de 2013 - 13h14
Da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Depois de sofrer com atos de vandalismo durante a manifestação da noite de ontem (20), o centro da cidade amanheceu com muitos postes, relógios, pontos de ônibus e semáforos destruídos. Fachadas de estabelecimentos comerciais, prédios públicos e agências bancárias também foram alvo de grupos mais exaltados de manifestantes. Uma cabine da Polícia Militar (PM) foi queimada na altura da Central do Brasil, mas os destroços já foram retirados da pista.
Funcionários da prefeitura trabalham, desde o início da madrugada de hoje (21), na reconstrução dos equipamentos danificados e na limpeza das vias públicas. Segundo eles, os maiores problemas são os sinais de trânsito e radares da Avenida Presidente Vargas, que foram completamente destruídos. O tráfego na avenida só foi totalmente liberado às 5h, mas ainda há problemas na sinalização, o que atrapalha o trânsito na região.
No Terreirão do Samba, ponto tradicional de encontro durante o carnaval e onde os torcedores estão se reunindo para acompanhar as partidas da Copa das Confederações, funcionários faziam a limpeza do local, que foi invadido na noite passada. Os manifestantes derrubaram grades e destruíram estandes de patrocinadores, além de danificar uma parte do palco principal. Também houve pichações, com frases agressivas sobre a realização do evento esportivo.
O flanelinha Igor da Silva, que trabalha e mora em um estacionamento localizado ao lado do Terreirão do Samba, contou que ele e um companheiro enfrentaram os manifestantes e que, se não fosse por eles, o local teria sido completamente destruído.
"Mais de 100 pessoas invadiram o terreirão e o estacionamento. Queriam quebrar tudo. Eles tinham paus, pedras e estavam dispostos a destruir tudo que viam pela frente. Nós tentamos, na medida do possível, enfrentá-los, e impedir que eles destruíssem toda a área. Foi coisa de louco mesmo", disse Igor.
Sem se identificar, um comerciante que trabalha no entorno da prefeitura relatou os momentos de tensão que ele e a filha viveram durante os atos de violência ocorridos na manifestação de ontem. Ele disse que se trancou na loja enquanto um grupo batia na porta.
"Estava com a minha filha, que geralmente me ajuda no fechamento do caixa. Foi horrível. Tivemos que colocar entulhos de obra na frente da porta para impedir que esses bandidos entrassem. Fiquei apavorado. Imagina se esses caras entram aqui. Eles iam nos matar", lembrou o comerciante.
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