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Política - Nacional

CNBB pedirá ao STF voto contrário ao uso de células-tronco


CNBB pedirá ao Supremo voto contrário ao uso de células-tronco embrionárias em pesquisa

Felipe Linhares
Da Agência Brasil


Brasília - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai encaminhar ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma carta pedindo aos ministros que votem a favor da inconstitucionalidade do Artigo 5º, da Lei de Biossegurança, que prevê o uso de células-tronco embrionárias em pesquisa. A votação está prevista para a próxima quarta-feira (5).

O presidente arcebispo de Londrina e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, d. Orlando Brandes, afirma que não é necessário a utilização de células-tronco de embriões para fazer pesquisas. A ciência, segundo ele, já provou que as células-tronco retiradas de adultos são mais eficazes nos tratamentos.

“O embrião é um ser humano, um indivíduo que tem direito de nascer e tem todos os elementos necessários da ciência para ser um adulto. É uma semente que vai se desenvolver”, diz o arcebispo.

A doutora em microbiologia e professora da Universidade de Brasília (UnB) Lenise Garcia concorda com o arcebispo. Segundo ela, as células-tronco de adultos podem ser retiradas de qualquer parte do corpo, e os tratamentos com células- tronco embrionárias ainda nem começaram a ser feitos em humanos, porque os resultados em animais não são satisfatórios.

“Em animais essas células se desenvolveram muito rápido e em alguns casos originaram até câncer”, explica. De acordo com a doutora, 73 doenças já começaram a ser tratadas com células-tronco adultas. “As células adultas são mais eficazes. Existe menos chance de rejeição. Não precisamos destruir um embrião, uma vida, sendo que temos resultados melhores”, afirma.

A opinião pública, segundo Lenise Garcia, está sendo enganada. “Vejo pessoas com doenças, em cadeiras de rodas, fazendo manifestações a favor das pesquisas com células embrionárias. Elas estão sendo enganadas. É muito melhor elas usarem as células delas para o tratamento delas. As chances de rejeição são poucas.”

A professora da UnB defende uma outra possibilidade de tratamento, que segundo ela é mais viável, que seria com as células-tronco de cordões umbilicais e do líquido amniótico.

 

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