Sábado, 19 de julho de 2008 - 10h40
A avaliação é do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar. Segundo o órgão, a edição de Medidas Provisórias não serve de desculpas para o fraco desempenho da Casa.
No período, a crise política persistiu e a oposição mudou seu comportamento em relação à legislatura passada. Em entrevista à JP, o diretor do DIAP, Antônio Augusto Queiroz, culpa a ausência de vontade política dos parlamentares.
Os presidentes da Câmara e do Senado sempre reclamam do governo e pedem redução na edição de MPs que travam a pauta. Segundo Queiroz, a média de Medidas Provisórias caiu 6 para 4 no semestre ante o mesmo período de 2007.
Ele lembra que não foram discutidos projetos importantes como as reformas política e tributária e um pacote de segurança mais completo. Antônio Augusto Queiroz detalha a influência da mudança de comportamento da oposição e afirma que até outubro, os presidentes deverão fazer esforços concentrados de dois dias para discutir alguma coisa.
Fonte: Jovem Pan
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