Quarta-feira, 10 de dezembro de 2008 - 10h23
Agência Brasil
Brasília - Passados 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, as nações ainda estão muito distantes de alcançar individualmente os objetivos propostos pelo documento, apesar das conquistas já atingidas coletivamente. A avaliação é do diretor-presidente do Fundo Brasil e Direitos Humanos, Sérgio Haddad.
Em entrevista à Rádio Nacional, Sérgio Haddad disse que a declaração deve ser seguida como meta coletiva pelas nações, porém o caminho seguido pelos países nem sempre leva a esse referencial. Segundo ele, o consumismo de algumas nações, que gera desigualdade social e amplia a destruição dos bens naturais, é uma das práticas que deve ser evitada.
"Isso faz com que a sociedade, de uma maneira geral, tenha que pensar no futuro de uma forma muito rápida sob o ponto de vista da sua própria sobrevivência. Vivemos uma contradição entre reconhecer esses direitos como universais, mas ao mesmo tempo, a gente tem identificado dificuldades extremamente amplas de poder atingir esses objetivos", analisou.
Da acordo com o presidente da fundação que apóia organizações não-governamentais na área de direitos humanos, a principal dificuldade é que as nações não têm assimilado a principal característica da declaração: a universalidade dos direitos políticos, sociais, econômicos e culturais.
"O fato de a pessoa ter liberdade de expressão, liberdade individual, de ir e vir, votar e ser votado são direitos importantes, mas insuficientes se a pessoa não tem condições mínimas de vida. O mais importante é que esses direitos são indivisíveis. Cada um deles potencializa outro. Nesse sentido, que a declaração é muito bem-vinda do ponto de vista da sua universalidade, do fato de que eles valem para todos e de maneira igual", argumentou.
Segunda-feira, 16 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura
Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), a

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater o Projeto de Lei 165/2022, que prop

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.
Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia - (SINSEMPRO) realizou Eleições para a escolha da nova d

O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe
Segunda-feira, 16 de março de 2026 | Porto Velho (RO)