Terça-feira, 5 de março de 2013 - 07h30
Levantamento da Advocacia-Geral da União (AGU) apontou que a Corregedoria-Geral da Advocacia da União (CGAU) manteve ou aumentou a pena sugerida por comissões de sindicância em 85% dos 28 casos analisados pela CGAU sobre a atuação privada da advocacia. Destes, 25% tiveram a pena agravada.
Em dois casos a comissão de sindicância propôs a demissão de dois servidores dos quadros da AGU. No entanto, o exercício de advocacia privada sem agravantes que possam caracterizar motivos para demissão, enseja no máximo a aplicação de suspensão. Por esse motivo, a Corregedoria realizou a adequação da punição.
Nos 22 casos em que se comprovou o exercício da advocacia privada foi aplicada a penalidade de suspensão, sem remuneração salarial. Nos demais, foi reconhecida a inocência dos advogados públicos investigados.
Geralmente este tipo de investigação é aberta após uma representação ou denúncia que pode ser feita por qualquer cidadão, servidor ou por órgãos da administração. O procedimento também é instaurado quando, por ocasião de correições rotineiras, a CGAU detecta indícios de irregularidade funcional.
Para proceder à investigação, é formada uma comissão que analisa todos os fatos e elabora um relatório apontando o que foi detectado, além de sugerir penas a serem aplicadas. Após conclusões da comissão, o respectivo processo é avaliados por uma equipe especializada que verifica a regularidade e a pertinência das sugestões da sindicância, bem como as provas dos autos. É, então, elaborado parecer jurídico, abordando todos os aspectos importantes da investigação, com sugestão final à autoridade julgadora.
No caso de o investigado ser um procurador federal, o documento segue para análise da Procuradoria-Geral Federal. Nas demais situações a análise é feita pela Corregedoria Geral da Advocacia da União.
Atualmente a lei orgânica da Advocacia-Geral da União nº 73/93 permite a advocacia "probono", em defesa de si mesmo e em nos casos que o advogado público está licenciado das funções.
Panorama
Nos últimos três anos foram realizadas 353 investigações para analisar conduta de advogados públicos. A quantidade equivale a uma abertura de processo de sindicância a cada dois dias úteis. Os casos em que a conduta irregular foi comprovada resultaram em 21 demissões de advogados da União, procuradores federais, procuradores da Fazenda Nacional e procuradores do Banco Central. Além disso, a AGU aplicou mais de 50 suspensões aos funcionários que ficam sem receber a remuneração por até 90 dias.
Fonte: AGU / Uyara Kamayurá
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