Segunda-feira, 17 de abril de 2017 - 20h28

247 - O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entregou Michel Temer, do complexo penal onde está preso, em Curitiba, exatamente um ano depois do golpe parlamentar que tirou a presidente eleita Dilma Rousseff do poder.
Por meio de um bilhete, segundo reportagem de Paulo Gama, da Folha de S.Paulo, Cunha rebateu dois pontos da entrevista concedida por Temer no sábado 15 à TV Bandeirantes. O deputado cassado disse que a reunião com um executivo da Odebrecht em que foi acertado o repasse de US$ 40 milhões em propina para o PMDB, realizada em julho de 2010, segundo o delator da empreiteira, e que teve a participação de Cunha, foi "agendada diretamente com" o presidente.
"A referida reunião não foi por mim marcada. O fato é que estava em São Paulo, juntamente com Henrique Alves e almoçamos os três juntos no restaurante Senzala, ao lado do escritório político dele, após outra reunião e fomos convidados a participar dessa reunião já agendada diretamente com ele", afirma Cunha na nota, acrescentando que Temer "se equivocou nos detalhes".
O ex-deputado acrescenta, porém, que na reunião "não se tratou de valor nem [se fez] referência a qualquer contrato daquela empresa". "A conversa girou sobre a possibilidade de possível doação e não corresponde a verdade o depoimento do executivo", afirma o ex-deputado. Temer já confirmou em nota a existência da reunião, mas nega que combinou repasse de propina durante o encontro.
Além disso, Cunha afirma que a decisão de abrir o processo de impeachment de Dilma Rousseff, em dezembro de 2015, foi discutida com o então vice-presidente dois dias antes de ser oficializada. Cunha diz que o parecer foi "debatido e considerado por ele correto do ponto de vista jurídico". Na entrevista, Temer contou que foi informado por Cunha de que ele não abriria os processos porque o PT prometera votos favoráveis a ele no Conselho de Ética. Mas que depois informou que o acordo havia ruído, uma vez que o PT mudara de ideia.
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