Quinta-feira, 28 de julho de 2016 - 17h02

247 - O jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM), comentou nesta quinta-feira, 28, a decisão da Justiça que negou o pedido de habeas corpus ao historiador Marco Antônio Villa, no processo contra ele pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo Nogueira, Villa, foi um dos nomes recrutados pelas companhias de mídia em seu jornalismo de guerra contra o PT. "O extraordinário, pelo despudor canalha, é a argumentação de Villa na peça. Ele afirma que não teve a intenção de "enxovalhar" a imagem de Lula. (...) Qual foi sua intenção ao chamar Lula cotidianamente de barbaridades como chefe de quadrilha e réu oculto do Mensalão? Promover Lula? Melhorar sua estoestima? Elevar o nível do debate político nacional?", questiona.
"Tipos como Villa, contratados em massa pelo jornalismo de guerra pós-2003, chacinam Lula ininterruptamente. É uma coisa indecente, e ainda mais quando somos forçados a ouvir de fâmulos dos barões da mídia como Villa que a intenção não era 'enxovalhar'", acrescenta.
Leia na íntegra o artigo de Paulo Nogueira.
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