Porto Velho (RO) terça-feira, 24 de março de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Política - Nacional

Decisão do STF pode provocar danos ao Judiciário


A decisão do STF de acabar com autoridade do Conselho Nacional de Justiça pode provocar enxurrada de processos de magistrados punidos pelo órgão. O ministro Marco Aurélio Mello entendeu que o CNJ não pode atropelar as corregedorias estaduais para investigar juízes e desembargadores.

A decisão do ministro Marco Aurélio Mello foi robustecida por uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski. Ele paralisou as investigações da Corregedoria Nacional de Justiça até fevereiro,  quando o Supremo Tribunal Federal volta do recesso.

O integrante do Linha de Frente da Jovem Pan e jurista Ives Gandra Martins afirmou que dezenas de magistrados que foram punidos pelo conselho podem pedir indenizações por danos morais. Ives Gandra Martins explicou que a decisão pode provocar sérios danos ao Judiciário brasileiro. “Ao suspender, ele tirou a validade de um dispositivo condicional (…) que diz que o CNJ pode conhecer de todas as reclamações contra todos os servidores do Poder Judiciário”.

A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, do CNJ, recebeu R$ 421 mil de pagamentos de auxílio-moradia atrasados. O valor foi quitado em três parcelas, sendo duas em 2008 e uma neste ano. Esses pagamentos a membros do Judiciário foram fixados em 2000 pelo Supremo e, embora legais, estão no centro da polêmica.

Alguns juízes teriam recebido tudo de uma vez, o que seria irregular por ferir a regra da igualdade estabelecida à época da criação do benefício. O conselheiro Marcelo Nobre, membro do CNJ, diz que a polêmica está em torno da forma como tudo foi pago. Nobre afirmou que Eliana Calmon também precisa explicar o recebimento destes valores.

No Supremo Tribunal Federal, pelo menos dois ministros receberam pagamento de auxílio-moradia: Cezar Peluso e Ricardo Lewandowski. O valor era referente ao tempo que eram desembargadores em São Paulo, portanto, antes de chegarem ao STF.

Neste final de semana, o presidente do Supremo negou o pedido da Advocacia-Geral da União para suspender a decisão que limita o poder do CNJ. A medida foi adotada pelo STF atendendo à três associações de juízes, que entendem que o Conselho Nacional de Justiça atua de forma inconstitucional.

Fonte: Rádio Jovem Pan

 

Gente de OpiniãoTerça-feira, 24 de março de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura

Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), a

Maurício Carvalho defende isenção do imposto de renda para professores em audiência pública na Câmara

Maurício Carvalho defende isenção do imposto de renda para professores em audiência pública na Câmara

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater o Projeto de Lei 165/2022, que prop

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.

Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia  - (SINSEMPRO) realizou Eleições  para a escolha da nova d

Retomada do diálogo sobre a pavimentação da BR-319 é uma boa notícia ao setor produtivo, diz presidente da Fecomércio

Retomada do diálogo sobre a pavimentação da BR-319 é uma boa notícia ao setor produtivo, diz presidente da Fecomércio

O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe

Gente de Opinião Terça-feira, 24 de março de 2026 | Porto Velho (RO)