Domingo, 13 de novembro de 2016 - 13h59

247 - A delação premiada de executivos da Construtora Odebrecht, incluindo seu presidente, Marcelo Odebrecht, será responsável por praticamente dobrar o volume de investigações da força-tarefa da operação Lava Jato.
Até agora, de acordo com balanço da força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal e Receita Federal, foram 250 denunciados em 54 ações penais, dos quais 82 já condenados a mais de 1 mil anos de prisão. Além disso, R$ 6,4 bilhões de propina foram identificados no esquema de formação de cartel, desvios e corrupção na Petrobras.
Marcelo Odebrecht e outros 50 executivos da maior empreiteira do País promete revelar pagamentos de propina a agentes públicos, empresas e políticos dos principais partidos em obras de aeroportos, rodovias, metrôs, usinas de energia, estádios da Copa, contratos nos setores petroquímico, de saneamento, de defesa, negócios com fundos de pensão e operações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Negócios que não foram suficientemente investigados pela força-tarefa entrarão no foco da Lava Jato, como a atuação da Braskem, maior empresa da área petroquímica do País, controlada pela Odebrecht. Executivos confirmam que a Braskem foi uma das principais unidades do grupo a colocar dinheiro no "caixa" do Setor de Operações Estruturadas – o "departamento da propina".
Entre os políticos implicados com a delação da Odebrecht estão os principais nomes do governo Michel Temer. O próprio presidente é citado por ter pedido R$ 11 milhões no Palácio do Jaburu, e o ministro de Relações Exteriores, José Serra, que é acusado de ter recebido da empreiteira R$ 23 milhões na Suíça.
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