Quinta-feira, 13 de abril de 2017 - 05h16

247 – Um dos principais executivos da Odebrecht, Marcio Faria, afirmou em sua delação premiada que Michel Temer participou de uma reunião em que foi acertada uma propina de US$ 40 milhões, valor hoje equivalente a R$ 126 milhões, para o PMDB, em contrapartida a um contrato na Petrobras.
A reunião aconteceu no escritório político de Temer em São Paulo e tratou de um contrato de US$ 825 milhões para manutenção e segurança dos ativos da Petrobras no exterior.
O executivo afirmou que a reunião aconteceu no escritório político de Michel Temer, no bairro Alto de Pinheiros, em São Paulo, no dia 15 de julho de 2010, quando Temer ainda disputava o cargo de vice-presidente na chapa da então candidata Dilma Rousseff (PT). Além de Temer, teriam participado da reunião os então deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Em nota, Temer rebateu a acusação:
"O presidente Michel Temer jamais tratou de valores com o senhor Márcio Faria. A narrativa divulgada hoje não corresponde aos fatos e está baseada em uma mentira absoluta. Nunca aconteceu encontro em que estivesse presente o ex-presidente da Câmara, Henrique Alves, com tais participantes.
O que realmente ocorreu foi que, em 2010, na cidade de São Paulo, Faria foi levado ao presidente pelo então deputado Eduardo Cunha. A conversa, rápida e superficial, não versou sobre valores ou contratos na Petrobras. E isso já foi esclarecido anteriormente, quando da divulgação dessa suposta reunião.
O presidente contesta de forma categórica qualquer envolvimento de seu nome em negócios escusos. Nunca atuou em defesa de interesses particulares na Petrobras, nem defendeu pagamento de valores indevidos a terceiros."
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