Quarta-feira, 28 de junho de 2017 - 11h14

Pernambuco 247 - O deputado federal Daniel Coelho (PSDB-PE) afirmou, na manhã desta quarta-feira (28), que a permanência do PSDB do governo Temer, ao invés de ajudar, tem prejudicado o País, porque prolonga a crise de um governo que já acabou. O parlamentar vê no governo “uma fábrica de crise” e “quanto mais tempo ele existir, mais crises aparecerão”.
“A presença do PSDB no governo faz muito mal ao país, porque alonga uma crise que na minha opinião não tem como acabar. Não vejo como esse governo se recuperar, readquirir credibilidade e força política para tocar matérias importantes. Quanto antes acabar essa crise, melhor”, disse o tucano em entrevista à Rádio CBN. “Quanto mais tempo durar o governo, mais escândalos virão. A tendência é que cada dia seja pior do que o outro. Então, o que o partido está fazendo num ambiente como este”, questionou.
A denúncia da do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tem como base as investigações sobre a relação de Temer com a JBS, do empresário Joesley Batista. Também foi denunciado o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), homem da mala de Temer, que recebeu R$ 500 mil em dinheiro da JBS a pedido do presidente. Os investigadores acreditam que o dinheiro teria Temer como destino final.
Segundo o parlamentar, o PSDB está “evidentemente dividido” tanto quanto a deixar o partido, quanto nos votos para acatar a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Michel Temer. “Eu acho os argumentos apresentados pelo próprio presidente Temer e por aqueles que defendem enterrar essa denúncia (da PGR) muito frágeis. E dentro do PSDB eles ficam mais frágeis ainda porque o partido foi muito duro na cobrança da corrupção e dos erros cometidos na época do governo Dilma e fica inexplicável agora você não deixar que a investigação contra Temer prossiga”, destacou.
Coelho acredita, no entanto, ser possível que essa posição do partido seja revista. “Principalmente na bancada na Câmara dos Deputados, há uma vontade grande de que o partido se afaste da base do governo. A decisão não é permanente, a gente acredita que alguns podem mudar de opinião e o que foi na última semana uma posição minoritária, pode se tornar uma posição majoritária”, concluiu.
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