Segunda-feira, 9 de março de 2015 - 17h18
247 - Depois de sancionar a lei que transforma em crime hediondo o feminicídio, a presidente Dilma Rousseff falou sobre os movimentos de grupos oposicionistas, que desejam seu impeachment.
"Impeachment está na lei. Agora, uma coisa é impeachment, outra coisa é terceiro turno", disse ela.
"Nas eleições de 2014, houve primeiro turno e houve segundo turno. Um terceiro turno seria ruptura da ordem democrática e não creio que a sociedade brasileira esteja disposta a aceitar uma ruptura."
Ela confirmou, ainda, que amanhã deve se encontrar com o ex-presidente Lula em São Paulo.
Dilma falou ainda sobre o quadro econômico e previu a volta do crescimento antes do fim do ano. Leia, abaixo, reportagem da Reuters:
BRASÍLIA (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que até o fim do ano o Brasil voltará a ter "um certo crescimento", mas afirmou ser necessário "amainar conflitos", pois o país está passando por uma fase aprofundada da crise econômica.
"Acho que até o final deste ano nós voltamos a ter um certo crescimento. É isso que nós esperamos. Vamos ter um esforço agora para ser compensado depois. Essa é a condição em qualquer hipótese", disse Dilma a jornalistas, no Palácio do Planalto.
Sobre a legitimidade de manifestação prevista para 15 de março pedindo o impeachment da presidente, ela disse ser necessário caracterizar razões para isso, e não um terceiro turno da eleição.
Um dia após fazer pronunciamento em cadeia nacional que foi alvo de panelaço e vaias, a presidente afirmou que manifestação não representa nem a legalidade nem a legitimidade de pedidos que rompem a democracia.
(Por Jeferson Ribeiro e Maria Carolina Marcello)
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