Quinta-feira, 17 de julho de 2014 - 19h40
Danilo Macedo
Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (17) que o governo brasileiro não se posicionará sobre a queda do voo MH17, da Malaysia Airlines, em território ucraniano, até que haja informações mais claras sobre o incidente. Após reunião da Cúpula China-Brasil e líderes da América Latina e do Caribe, Dilma disse que é preciso ser prudente.
“Tem um segmento da imprensa dizendo que o avião que foi derrubado estava na rota da volta do presidente [russo Vladimir] Putin, que coincidia o horário e o percurso. Eu acho que é importante ter claro que não é um míssil de fácil manejo. Então, nós temos que olhar de fato o que realmente aconteceu. O governo brasileiro não se posicionará quanto a isso até que fique mais claro, por uma questão não só de seriedade, como também de prudência”, disse a presidenta.
O presidente da Rússia, que retornou ao seu país ontem, após a 6ª Cúpula do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em Brasília, responsabilizou o governo da Ucrânia pelo incidente e disse que o desastre não teria acontecido se as operações militares contra os separatistas pró-russos no leste ucraniano não tivessem sido renovadas. O governo ucraniano diz que o avião pode ter sido abatido por um míssil.
O voo MH17 saiu de Amsterdã, na Holanda, com destino a Kuala Lumpur, na Malásia, mas caiu na Ucrânia, próximo à fronteira com a Rússia, região que enfrenta forte tensão e conflitos desde o início do ano, principalmente após a anexação, pela Rússia, da Crimeia, península no Sul do país.
Após o acidente, a Organização Europeia para a Segurança da Navegação Aérea (Eurocontrol) decidiu fechar o espaço aéreo do Leste da Ucrânia.
*Colaboraram Ivan Richard e Luciano Nascimento
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