Quarta-feira, 24 de maio de 2017 - 21h11
O conselheiro federal e ouvidor nacional da OAB, Elton Assis, advertiu hoje (24) que a dramática situação que o país atravessa não pode ser haurida apenas no afastamento do Presidente da República. Ele justificou seu voto favorável ao impeachment no plenário do Conselho Federal da OAB, pois que “Michel Temer já não reúne condições éticas e morais para permanecer no cargo. O presidente no mínimo prevaricou no encontro com o delator Joesley Batista, quando se omitiu perante narrativa de práticas criminosas em diálogo gravado, por ele mesmo reconhecido”,
Para ele, é imperiosa a unificação das propostas no Congresso Nacional que tratam da reforma política, com o objetivo de reduzir o custo das campanhas e estabelecer formas equânimes e transparentes de financiamento. Não menos importante, é preciso, segundo ele, que seja avaliada adequadamente a forma pela qual estão sendo processados os acordos de delação, com questionáveis benefícios e privilégios aos delatores, em especial o último, firmado com os donos da JBS.
Elton Assis sugere também a urgente constituição de uma frente nacional ampla para discussão, análise e busca de propostas e soluções para os projetos de reformas política, trabalhista, previdenciária e tributária. Nem o raciocínio mais otimista, segundo ele, poderá imaginar que a crise deflagrada com a delação da JBS não vá se aprofundar ainda mais, com a retirada de apoio parlamentar ao governo. E Michel Temer não terá condições de promover mais reforma alguma a partir da debandada anunciada de sua base no Congresso, especialmente, por considerar que o governo não conta com qualquer apoio popular e as eleições de 2018 se aproximam.
É preciso discutir, segundo o Conselheiro Federal da OAB Rondônia, alternativas para a recuperação da economia nacional e da oferta de empregos. E se as soluções passarem obrigatoriamente pelas reformas, que venham, mas que não se jogue os ônus exclusivamente sobre as costas dos setores mais frágeis da sociedade. Não se pode admitir reformas que atendam exclusivamente aos interesses de grupos. É preciso focar naquilo que interessa a toda a população. É preciso igualmente não perder de vista a necessidade de combate sistemático e permanente à corrupção em todos os níveis, desde que respeitada a Constituição - concluiu.

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