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Política - Nacional

Entidades preparam manifesto pela reforma política


Agência O Globo BRASÍLIA - Um dia depois de o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, dizer que a reforma política não é essencial para a governabilidade, vinte entidades da sociedade civil, entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Força Sindical e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), anunciam que vão encaminhar na segunda-feira aos três candidatos à presidência da Câmara o "Manifesto Por uma Reforma Política Ampla, Séria e Democrática". O objetivo é reforçar a pressão da sociedade pela aprovação de uma ampla reforma política e apresentar reivindicações aos candidatos. Apesar de o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar, no ano passado, logo após eleito, que iria priorizar a reforma política em seu segundo mandato, o ministro disse na última quinta-feira que ela não é essencial para a governabilidade. - O governo Lula não precisa das reformas política e tributária para governar - afirmou Tarso, acrescentando que o governo vai esperar a eleição no Congresso para pedir à Câmara e Senado que apresentem uma agenda para reforma política porque, segundo o ministro, o governo não vai mais coordenar o processo. - Não é uma questão específica do governo Lula. É uma questão do conjunto da sociedade e do conjunto dos partidos. Por isso acreditamos que uma negociação pode ser feita para fazê-la rapidamente. Entidades querem coibir abuso do poder econômico No documento, as entidades afirmam que, diante da estagnação da economia, do acentuado endividamento público do país e do insuportável aumento da carga tributária, que gera imensas desigualdades sociais, a sociedade cobra uma união nacional para realizar uma ampla e urgente reforma das instituições e costumes políticos. Entre as medidas que as entidades reivindicam estão o desbloqueio e a ampliação dos instrumentos de democracia direta e participativa e a correção de graves distorções do sistema de representação popular, citando, entre elas, a irresponsabilidade dos eleitos perante seus eleitores e o abuso de poder econômico durante as campanhas eleitorais.

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