Segunda-feira, 11 de abril de 2016 - 13h52
O corpo do ex-senador pernambucano Ney Maranhão, falecido hoje de manhã aos 88 anos, vai ser velado a partir de 17h na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), no bairro da Boa Vista, Recife. O político, que tinha câncer, estava internado no Hospital Jayme da Fonte, e morreu por volta de 9h30. Ele ficou conhecido por ser um dos mais ferrenhos defensores do ex-presidente Fernando Collor de Melo (PTB). Ele foi contra o impeachment de Collor.
Antes de ser senador de 1988 a 1995, Ney Maranhão se elegeu deputado federal por quatro legislaturas e teve o mandato cassado pela ditadura militar, através do Ato Institucional nº 5 (AI-5), em 1968. Era o último parlamentar vivo que participou da sessão extra do Congresso Nacional convocada por ocasião do golpe, em 2 de abril de 1964, que tornou vaga a Presidência da República.
Maranhão era conhecido como “senador boiadeiro”, por causa das inseparáveis sandálias de couro, que acompanhavam um terno de linho branco que geralmente usava. Mais recentemente, o ex-senador também trabalhou como assessor especial de Fernando Collor e foi presidente da Câmara de Comércio Brasil/China Mercosul Pacífico.
Doença
O político descobriu o câncer de fígado ainda este ano, já em estágio avançado. Ele faleceu em decorrência da doença, de falência múltipla dos órgãos. Depois de velado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Ney Maranhão será cremado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, região metropolitana do Recife, nesta terça-feira (12).
O senador Fernando Collor de Melo se pronunciou, por meio da assessoria de imprensa, sobre a morte do aliado histórico: “Hoje nos deixou um amigo. Homem valente, destemido e leal que nunca abriu mão de suas convicções, nem se afastou dos amigos. Minha gratidão e admiração pela sua bravura e solidariedade serão eternas”.
Outros políticos também divulgaram notas de pesar, como o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). “O senador Ney Maranhão foi um homem público que sempre lutou pelos interesses de Pernambuco. Essa visão o levou a ser um pioneiro nas relações entre o nosso Estado e a China. Ney também era um grande contador de histórias, por todos os momentos históricos que viveu ao longo de sua vida política, marcada pela coerência com aquilo que acreditava e defendia”, diz o texto.
O vice-governador Raul Henry (PMDB) também se pronunciou. “Ney era uma pessoa franca, sincera, leal aos amigos, bem-humorada e um ótimo contador de histórias. Na política, deixou como marca a aproximação entre o Brasil e a República da China, antevendo esta importante parceria comercial. Meus sentimentos à família de Ney Maranhão”, declarou.
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