Sábado, 3 de junho de 2017 - 10h13

247 – Ao determinar a prisão do homem da mala, o ministro Edson Fachin afirmou que Rodrigo Rocha Loures "teria encontrado lassidão em seus freios inibitórios e prosseguiriam aprofundando métodos nefastos de autofinanciamento em troca de algo que não lhe pertence, que é o patrimônio público".
Fachin também o tratou como "político com influência no cenário nacional, até pouco tempo assessor do Presidente Michel Temer, pessoa de sua mais estrita confiança, como declarado em áudio captado por Joesley, revelam-se insuficientes para a neutralização de suas ações, medidas diversas da prisão. Não se deixa, sem embargo, de lamentar que se chegue a esse ponto".
Segundo o ministro, "é gravíssima a conduta".
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