Quinta-feira, 9 de maio de 2013 - 12h08
Marcos Chagas
Agência Brasil
Brasília - As dificuldades encontradas pelos líderes partidários no Senado em definir as alíquotas para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações interestaduais poderão inviabilizar a votação do Projeto de Resolução 01/2013, que cria as regras e, por consequência, a Medida Provisória 599/2012. A avaliação é do senador Walter Pinheiro (PT-BA).
O parlamentar, relator da MP que cria um fundo de compensação das perdas dos estados com as novas alíquotas para o ICMS, destacou ainda que os líderes tem até terça-feira (14) para tentar um acordo. “O que os líderes tinham firmado é que o projeto de resolução e a medida provisória seriam votados ao mesmo tempo pelo plenário do Senado. Agora, o acordo tem que ser outro: a definição das alíquotas”, acrescentou.
A aprovação do parecer da MP foi adiada mais uma vez pela comissão especial criada para analisar o assunto. Sem número suficiente de deputados e senadores e um clima acirrado nos debates, o presidente em exercício da reunião, Romero Jucá (PMDB-RR), optou por conceder vista coletiva ao texto e marcar uma nova reunião para a próxima terça-feira, às 9 horas. O pedido só foi possível porque o relator apresentou alterações ao parecer já lido em reunião desta semana.
Para Walter Pinheiro, não há sentido votar a medida provisória sem as novas regras de recolhimento do ICMS nas operações interestaduais. O problema essencial no projeto é a resistência de estados, de praticamente todas as regiões, à manutenção do recolhimento de 12% de ICMS na venda de produtos industrializados para a Zona Franca de Manaus.
O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), considera que pode avançar a proposta do parlamentar Armando Monteiro (PTB-PE) de reduzir a alíquota de 12% para 9% nas operações de venda de produtos industrializados e, também, de gás natural produzido no exterior e no país. O problema, segundo ele, é que a bancada do Amazonas não aceita um acordo que reduza o ICMS recolhido pelo estado.
Para o líder do PT, Wellington Dias (PI), mesmo com essa redução de recolhimento do ICMS pelo Amazonas, o estado ainda “ficaria com uma ligeira vantagem em relação a estados do Nordeste”, por exemplo.
O parecer do relator Delcídio Amaral (PT-MS), aprovado esta semana pela Comissão de Assuntos Econômicos, prevê a redução progressiva do ICMS nas vendas de produtos industrializados de 12% para 7% aos estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Espírito Santo; e 7% para 4% aos estados do Sul e Sudeste. A Zona Franca de Manaus teve o percentual mantido em 12%.
Sábado, 28 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura
Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), a

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater o Projeto de Lei 165/2022, que prop

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.
Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia - (SINSEMPRO) realizou Eleições para a escolha da nova d

O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe
Sábado, 28 de março de 2026 | Porto Velho (RO)