Domingo, 1 de julho de 2007 - 14h47
O sistema de controle de extração de madeira implantado pelo governo em setembro do ano passado, apresentado como um mecanismo a prova de fraudes, deixou a desejar .
Com o mecanismo, o governo deveria acompanhar, por meio de um documento de origem florestal (DOF) emitido eletronicamente, todo o processo de extração e comercialização de madeira. No entanto, a invulnerabilidade do DOF só durou dois meses.
DOFs falsos foram emitidos em nome de 65 madeireiras. Em troca de propina, os documentos permitiram a venda de 760 mil metros cúbicos de madeira cortada ilegalmente, o equivalente a 100 mil Árvores ou 700 milhões de reais.
Fonte: Opinião e NotÃcia
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