Terça-feira, 31 de outubro de 2017 - 10h15

247 - O doleiro e delator Lucio Funaro, apontado como operador de propinas do PMDB, contou em depoimento ao Ministério Público Federal nesta terça-feira 31 que a campanha de Michel Temer em 2010 recebeu recursos de propinas do esquema de propinas na Caixa e no Fundo de investimentos FI-FGTS.
De acordo com Funaro, os recursos tiveram origem na aprovação de um financiamento negociado entre executivos do grupo Bertin, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do ex-deputado Cândido Vaccareza.
"Se não me engano, Eduardo Cunha [ex-deputado federal e presidente da Câmara, atualmente preso no âmbito da Lava Jato] ficou com um milhão", disse. "Dois milhões, dois milhões e meio foram destinados ao presidente Michel Temer, e um valor acho que um milhão, um milhão e meio, ao deputado Cândido Vaccarezza [ex-deputado federal pelo PT]", afirmou Funaro. "O do Temer acho que foi doação oficial para o PMDB nacional", completou.
Funaro também é réu no mesmo processo em que figuram Cunha e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) onde são acusados de integrarem um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal para liberação de recursos do FI-FGTS. Na última sexta-feira, Funaro já havia afirmado que tanto Temer quanto o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, e o ex-ministro Geddel Vieira Lima sabiam da existência do esquema.
Os advogados de Temer e de Moreira Franco negam que seus clientes tenham tido qualquer tipo de participação no esquema delatado por Funaro. Por meio de nota, o advogado Gamil Föpel, que representa o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o deputado Lúcio Vieira Lima, qualificou como "vazias e inverídicas", as afirmações feitas por Funaro de que Geddel –que está preso em Brasília – tenha participado faz irregularidades citadas.
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