Sábado, 14 de outubro de 2017 - 11h59

Brasília 247 - O acordo de delação premiada do doleiro Lúcio Funaro com a Procuradoria Geral da República (PGR) prevê o cumprimento de prisão em regime fechado em presídio de dois anos e o pagamento de uma multa aos cofres públicos de R$ 45 milhões. Os outros 28 anos da pena serão cumpridos pelo doleiro em prisão de regime domiciliar, prestação de serviços à comunidade e estudos definidos com o Ministério Público Federal (MPF). O tempo que Funaro vai se dedicar aos estudos e aos serviços reduzirá parte da pena.
O doleiro está preso desde junho do ano passado. Ele é apontado como operador de propinas de políticos do PMDB. Próximo do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e de Joesley Batista, dono da J&F, Funaro prometeu entregar provas que demonstrem o envolvimento de políticos e empresários em esquemas de corrupção, o que pode implodir o governo de Michel Temer.
Um dos focos do doleiro é foi o grupo que ficou conhecido como PMDB da Câmara - Cunha, Michel Temer, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) e os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves.
Sexta-feira, 13 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura
Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), a

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater o Projeto de Lei 165/2022, que prop

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.
Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia - (SINSEMPRO) realizou Eleições para a escolha da nova d

O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe
Sexta-feira, 13 de março de 2026 | Porto Velho (RO)