Segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 - 12h57
Luana Lourenço
Agência Brasil
Belém - Enquanto o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, vai lamentar a crise financeira internacional, a reunião de contraponto, o Fórum Social Mundial, deverá apontar as alternativas e saídas para um "outro mundo possível, necessário e urgente". A aposta é do ativista Chico Whitaker, um dos fundadores do FSM. De amanhã (27) a domingo (1°) a nona edição do evento de movimentos sociais será realizada em Belém, capital do Pará.
"Davos será um ambiente de derrota, os que estão se reunindo lá, que são os culpados pela situação financeira que o mundo está vivendo hoje, estão se perguntando o que vão fazer. Nós tínhamos razão em 2001 ao dizer a eles que um outro mundo é possível", afirmou Whitaker hoje (26), em entrevista à EBC - Empresa Brasil de Comunicação.
Na avaliação de Whitaker, a crise deverá ser o ponto central de discussão nos dois fóruns, mas de pontos de vista bem diferentes. "Os chineses têm dois sentidos para a palavra crise: risco e oportunidade. Em Davos, estão vivendo o sentimento do risco, o sistema está se arriscando, se esgotando. E aqui, em Belém, estamos vivendo a oportunidade, as saídas, as buscas", comparou.
Oito anos após a primeira edição, em Porto Alegre (RS), Whitaker acredita que essa edição do FSM está pronta para dar respostas aos desafios da economia mundial à beira do colapso. "Os muitos anos de discussão anteriores, de articulações vão permitir que desse Fórum de Belém emerjam propostas muito novas, ricas e interessantes. Nosso recado para Davos é o seguinte: 'vamos construir outro mundo, porque esse que está aí está provado que não dá mais pé", afirmou.
O Fórum Social Mundial deve reunir cerca de 120 mil pessoas em Belém, de acordo com a organização. O evento é considerado a maior reunião de movimentos sociais e organizações da sociedade civil do planeta. Além da crise econômica, as questões amazônicas deverão estar no centro dos debates. A abertura oficial está marcada para amanhã, com uma caminhada pelas ruas da capital paraense.
Segunda-feira, 16 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura
Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), a

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater o Projeto de Lei 165/2022, que prop

Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.
Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia - (SINSEMPRO) realizou Eleições para a escolha da nova d

O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe
Segunda-feira, 16 de março de 2026 | Porto Velho (RO)