Quarta-feira, 11 de junho de 2014 - 16h04
por Cleidi Pereira
Nos últimos dois anos, os gabinetes regionais da Presidência da República em Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte custaram,pelo menos, R$ 1,03 milhão aos cofres públicos. Os dados obtidos através da Lei de Acesso à Informação indicam que 80% deste valor foram destinados ao pagamento de nove servidores que atuam nos escritórios, e o restante foi gasto com a manutenção das estruturas. Os gabinetes das capitais gaúcha e mineira foram criados três meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, em função da sua relação com as cidades: Dilma é mineira, mas, construiu sua carreira política no Rio Grande do Sul, onde vivem a filha Paula e o neto Gabriel. Em 2011, havia a expectativa de que a presidente utilizasse os locais para despachar durante suas visitas, o que nunca ocorreu. A chefe do Executivo também esteve poucas vezes no escritório de São Paulo, criado pelo ex-presidente Lula da Silva, que utilizava a estrutura com mais frequência. Lula ainda abriu gabinetes em São Bernardo e em Florianópolis (onde residiam filhos e netos, que foram desativados com a saída do Planalto. Em nota, o Planalto destacou que "os espaços físicos utilizados, limpeza, segurança predial, atendente, são cedidos sem ônus e em condições de ocupação e uso, sendo São Paulo e Belo Horizonte, pelo Banco do Brasil, e Porto Alegre, pela Petrobras". Os custos envolvidos, no entanto, não foram divulgados. O Planalto também informou que os gabinetes podem ser utilizados não só pela presidente, "quando necessário", mas, por ministros, secretários especiais e órgãos da estrutura da Presidência da República, como Comissão da Verdade e integrantes do Gabinete de Segurança Institucional.
Fonte: Zero Hora
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