Quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018 - 16h56

247 - Com a perda de empregos formais e a instabilidade na renda gerada pela gestão desastrosa de Michel Temer, o número de trabalhadores ocupados (empregados, empregadores, autônomos) contribuintes da Previdência recuou de 59,21 milhões em 2016 para 58,114 milhões em 2017, considerando a média dos anos. Isso representa uma redução de 1,097 milhão de pessoas no período de um ano.
De acordo com os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de pessoas ocupadas que contribuem para a Previdência Social recuou, assim, de 65,5% em 2016 para 64,1% em 2017. Foi a primeira queda de participação desde 2012, início da pesquisa.
Segundo Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, a redução pode ser explicada, em parte, pela queda do número de trabalhadores com carteira assinada, que são obrigados a contribuir para a Previdência. O total desses trabalhadores recuou de 34,293 milhões em 2016 para 33,340 milhões no ano passado
"Outro motivo para a menor contribuição é a incerteza sobre a renda. Um trabalhador informal pode contribuir para a Previdência, como um cabeleireiro, uma manicure. Mas quando você não tem certeza que vai ter renda suficiente, quando você está se desdobrando, fica mais incerto continuar com essa contribuição", diz Azeredo.
As informações são de reportagem de Bruno Villas Bôas no Valor.
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