Quarta-feira, 29 de junho de 2016 - 18h40

247 – Em entrevista às jornalistas Carolina Oms e Rosângela Bittar (leia aqui), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, disse que a Lava Jato provocou um terremoto político no Brasil e que agora será preciso enterrar os mortos e cuidar dos vivos, por meio de uma profunda reforma política.
Segundo ele, a reforma é inadiável e não pode mais ser apenas "discurso de domingo". Um dos pontos defendidos por ele é o fim das coligações eleitorais.
"A coligação é um partido provisório, só para a eleição e fortalece esse modelo de aluguel e de partidos com um só representante. Também temos que discutir o sistema eleitoral. Se será misto, distrital, proporcional, ou seja lá o que for. O que é evidente que não dá mais é ter governabilidade com os 28 partidos no Congresso Nacional. Com a decisão do Supremo sobre o fim do financiamento empresarial, o fundo partidário cresceu de R$ 120 milhões para mais de R$ 800 milhões e a base do cálculo para divisão é o número de parlamentares. Então estamos agora com o caso do Partido da Mulher Brasileira (PMB), que inicialmente não tinha mulher, e que conseguiu 22 parlamentares, por alguns dias, de passagem, só para a fundação, e agora conta com dois parlamentares. Então estamos com um contencioso aberto para definir tempo de TV e fundo partidário. Calcula-se pelo número da fundação ou atual? Cada parlamentar é um ativo hoje", diz ele.
Gilmar também criticou o poder monárquico nos partidos. "Nós não criamos democracia partidária e nisso a justiça eleitoral tem responsabilidade. A maioria dos partidos tem até hoje diretório provisório, estamos tentando encerrar isso agora com uma resolução do TSE", afirmou.
Sobre a Lava Jato, ele disse que ainda virão duas ou três delações bombásticas, mas fez ressalvas sobre eventuais generalizações. "Temos doações normais que podem estar sendo chamadas de propina."
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